Sinseri ingressa com Ação Coletiva no Tribunal de Justiça pela jornada de 30 horas das Auxiliares de Desenvolvimento Escolar

Sinseri ingressa com Ação Coletiva no Tribunal de Justiça pela jornada de 30 horas das Auxiliares de Desenvolvimento Escolar

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O Departamento Jurídico do Sinseri ingressou na última segunda, 16 de março, com ação no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). Solicitamos o retorno às 30 horas de jornada para as Auxiliares de Desenvolvimento Escolar. O Sindicato representa suas associadas neste processo contra a arbitrariedade do Governo em aumentar a carga horária sem pagar hora extra. Cobramos respeito ao Edital nº 01/2017 – no qual as companheiras foram aprovadas e nomeadas.

ARGUMENTOS JURÍDICOS

O Sindicato baseia a ação em dois pilares:

Vinculação ao edital – O ente público deve respeitar as regras que ele mesmo estabeleceu no concurso. Se o Servidor prestou prova para trabalhar 30 horas, essa condição não poderia ser alterada de forma abrupta por lei posterior.

Direito consolidado – A jornada de trabalho faz parte do “ato de investidura” (Decreto de Provimento) do Servidor, organizando sua vida pessoal e familiar, não podendo ser alterada retroativamente para prejudicá-lo.

NOSSO PEDIDO AO JUDICIÁRIO

O processo solicita uma Tutela de Urgência (decisão liminar) para:

  • Suspensão imediata da jornada de 40 horas e retorno às 30 horas semanais para os afetados;
  • Multa diária de R$ 5.000,00 contra a Prefeitura em caso de descumprimento;
  • Caso a Justiça mantenha as 40 horas, solicitamos que a Prefeitura seja condenada a pagar todas as horas extras trabalhadas além da 6ª hora diária, retroativamente a 1º de janeiro de 2026.

E AGORA?

Aguardamos o posicionamento da Justiça quanto ao nosso pedido. Solicitamos uma liminar e, a partir do retorno do juiz, teremos a informação para compartilhar com as companheiras sobre o desdobramento do processo. Nossa presidente Clícia Mara Silva Damaceno comenta:

“Estamos na cobrança para que vocês sejam valorizadas e tenham seus direitos respeitados. Como não conseguimos nas vias de diálogo convencionais, acionamos o Judiciário. Agora, nossa expectativa é pelo cumprimento do acordado no concurso público de cada uma. Seguimos na luta”.

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